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Você já sonhou com uma sociedade justa e igualitária, na qual todas as pessoas – sem distinção de sexo, gênero, raça, etnia, classe social, ou quaisquer outras – viveriam plenamente dentro de suas individualidades, com respeito e respeitando a todas e todos?
Quando paramos para pensar na realidade em que vivemos atualmente, talvez essa sociedade ideal pareça utópica, mas por meio de ações de pessoas e grupos que acreditam nela, mesmo que a curtos passos, caminhamos para conquistá-la.
Por exemplo, a causa LGBQTI+ já alcançou boas conquistas nos últimos anos, como a possibilidade da união estável entre pessoas LGBTQI+ e a criminalização da homofobia no Brasil.
No entanto, mesmo que celebremos cada vitória, é preciso mantermos a consciência de que ainda existe um longo caminho a ser percorrido. E é com essa ideia que o Coletivo Cássia coloca a mão na massa.
E ao falar no Coletivo Cássia, é instantâneo lembrar da frase: “Mulheres que amam mulheres”
Pois essas palavras traduzem a essência do grupo de mulheres que se conectou e enxergou no trabalho coletivo uma direção para combater as opressões que fazem parte do dia a dia da mulher em sociedade.
O Coletivo Cássia surgiu no Dia da Visibilidade Lésbica de 2017, a partir da necessidade de visibilizar estas mulheres na data. Eventos simultâneos na OAB-PR e no Grupo Dignidade aproximaram as primeiras integrantes do Cássia e foram bastante significativos para as mulheres lésbicas e bissexuais de Curitiba.
Naquele momento, ficou muito clara a necessidade de representatividade de mulheres lésbicas e bissexuais dentro da nossa sociedade e militância. Foram criados, então, o Dedos de Conversa, evento que acontece mensalmente com o objetivo de acolher mulheres lésbicas e bissexuais e debater suas vivências, e o Ideias e Ideais, que traz mulheres lésbicas e bissexuais de destaque nas suas carreiras para compartilhar suas experiências como profissionais, empreendedoras ou suas trajetórias de vida.
Afinal, mulheres lésbicas e bissexuais enfrentam violência diversa e diária, dentro e fora de casa. A crença de que o comportamento dessas pessoas pode e precisa ser “corrigido” encoraja abusos físicos e emocionais. Como consequência, segundo dados apresentados no site do Coletivo Cássia, o lesbocídio aumentou 237% desde 2016 no Brasil. E a situação é ainda mais grave quando se trata de mulheres trans – algumas delas também lésbicas e bissexuais – e por isso continuamos sendo o país que mais mata essas mulheres no mundo.
O Coletivo Cássia nasceu para resistir a essa opressão, além de tentar acolher e unir as mulheres que sofrem com ela. Suas ações buscam atrair mais olhares e repercutir cada vez mais a causa, com objetivo de aproximar as mulheres do radar de políticas públicas que as protejam, assim como fortalecer a presença e aumentar a visibilidade dentro do próprio movimento LGBTQI+, onde ainda há forte protagonismo masculino.
Nós tivemos o privilégio de conhecer um pouco mais sobre as ações do Coletivo Cássia quando recebemos a Luba Barreto aqui na Nossa Causa. Ela dividiu com a gente um pouco de sua experiência junto ao Cássia e agora queremos convidar você também para conferir no vídeo:

Se a história do Coletivo Cássia te tocou, conte para nós! Comente aqui embaixo, compartilhe este artigo com sua rede e conecte-se com o Coletivo.
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