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*Por Roberto Ravagnani
O voluntariado estava em looping quando se tratava da falta de reconhecimento. No entanto, com os recentes acontecimentos no Rio Grande do Sul, Brasil, esse processo tem se acelerado e até mesmo, sendo mais valorizado.
Nas redes sociais, é visto thrends como “Eu trabalho com voluntariado. É claro que todo mundo pergunta se eu trabalho de graça”. Um estereótipo que existe há pelo menos duas décadas e vem sendo desmistificado. Não trabalhamos “de graça”. O voluntariado é um ato de serviço comunitário e não se resume apenas ao dinheiro.
O trabalho voluntário ainda carece de entendimento básico. Questões sobre como praticá-lo, quais os benefícios, quem é impactado por ele ainda flertam com a incógnita para grande parte da população. Vivemos o grande desafio de fugir dos estereótipos do voluntário, que ainda é visto como pessoa desocupada, e começarmos a mostrar os formatos que se elucidam.
Se queremos uma sociedade mais participativa, a ferramenta é o voluntariado. E para termos uma participação mais ativa, precisamos acelerar as mudanças, os incentivos e o desenvolvimento dessa prática que transforma a vida de milhares de pessoas.
*Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), Consultor, fala de ESG, Voluntariado, Sustentabilidade.
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