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A FEMAMA, o Instituto Beaba e a farmacêutica Libbs lançaram a plataforma online “Beabá do Câncer de Mama”, criada para traduzir termos médicos e oferecer informações acessíveis sobre a doença de forma acolhedora e didática. O lançamento oficial ocorre nesta quinta-feira (28), às 16h, durante uma live no Instagram da FEMAMA.
Desenvolvido em conjunto com pacientes e familiares, o portal reúne conteúdos sobre sintomas, diagnóstico, tipos de tratamento e temas considerados sensíveis durante a jornada oncológica, como fertilidade, sexualidade e cuidados paliativos. A proposta é ampliar o letramento em saúde e facilitar a compreensão de mulheres diagnosticadas com câncer de mama.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais incidente entre mulheres no mundo, com estimativa de 73.610 novos casos anuais no Brasil no triênio 2023-2025.
A plataforma surgiu a partir de uma demanda observada pelo Instituto Beaba, conhecido pela produção de materiais educativos para crianças e adolescentes em tratamento oncológico. De acordo com a organização, mães e mulheres adultas passaram a solicitar conteúdos com linguagem mais simples para compreender a própria doença e dialogar com familiares.
“O livro educativo do Beabá nasceu inicialmente para desmistificar o câncer para crianças. Com o tempo, percebemos que as mulheres adultas também careciam dessa mesma franqueza e cuidado”, afirma Simone Mozzilli, presidente e fundadora do instituto.
A curadoria técnica e científica da plataforma foi realizada pela FEMAMA, que destaca a importância do acesso à informação baseada em evidências para fortalecer a adesão ao tratamento e o protagonismo das pacientes.
“A informação clara e baseada em evidências é o primeiro passo para o empoderamento e para o sucesso da adesão ao tratamento”, afirma Luiz Ayrton Santos Júnior, presidente voluntário da entidade.
Além dos conteúdos educativos, o portal aposta em ilustrações de personagens inspiradas na diversidade da mulher brasileira e em uma linguagem mais próxima do cotidiano das pacientes, buscando reduzir tabus e tornar o acesso à informação em saúde mais acolhedor.
(Redação ONG News)
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