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A Escola da Nuvem, organização social sem fins lucrativos dedicada à capacitação técnica e comportamental de pessoas em vulnerabilidade social superou a meta proposta pela AWS para o ano de 2024 e formou gratuitamente 3119 pessoas no Programa AWS re/Start. O projeto é focado em capacitar e empregar pessoas em situação de vulnerabilidade social, grupos sub-representados ou pessoas desempregadas para iniciarem uma carreira em computação em nuvem. O objetivo inicial era formar pelo menos 2575 indivíduos. Deste número total de formados, 1300 alunos ainda conquistaram a certificação AWS Cloud Practitioner, que valida o conhecimento sobre a nuvem e é a porta de entrada para a conquista de um emprego na área.
“É uma grande alegria para nós termos batido essa meta proposta pela AWS, que é nossa parceira há mais de dois anos. Acredito muito no poder transformador da nuvem, da educação e do impacto social, então fico muito grata por termos conseguido atingir de forma positiva a vida de tantas pessoas. E agora, vamos por mais, evoluindo e melhorando cada vez mais nossas entregas para que nossos alunos se preparem para o mercado de trabalho em Tecnologia”, comenta Ana Letícia Lucca, CRO da Escola da Nuvem.
O AWS re/Start é um curso prático em que os alunos desenvolvem habilidades iniciais em Linux, Python, redes, segurança, banco de dados, automação e habilidades sobre a nuvem AWS. Além do conhecimento técnico, eles obtêm treinamentos para desenvolver habilidades sociais no mercado de trabalho, como melhorar a comunicação e a colaboração dentro da empresa. Além disso, aprendem como redigir currículos, se preparar e se portar em uma entrevista de emprego. Para fazer o curso, não é necessário conhecimento ou histórico de atuação anterior no mercado de Tecnologia.
Um dos diferenciais da Escola da Nuvem é que, além de oferecer o curso, a ONG também encaminha as pessoas formadas e certificadas para vagas de emprego, por meio de companhias parceiras. Um exemplo é a e-Core, que contrata pessoas com deficiência exclusivamente com a Escola da Nuvem. E ainda, depois de empregados, os novos ingressantes são acompanhados por um ano pela organização social com o objetivo de acelerar a adaptação na nova realidade do mundo corporativo e de tecnologia.
Para 2025, o objetivo da Escola da Nuvem é refinar ainda mais a busca por indivíduos sub-representados nos cursos, como mulheres, pessoas não brancas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+. Além disso, uma das metas é ampliar a base de conhecimento técnico dos cursos, incorporando conhecimentos sobre inteligência artificial ao programa de formação e expandindo a trilha de conteúdo, além de fortalecer a formação em competências profissionais. Esses esforços buscam alinhar o preparo comportamental e técnico dos alunos com as demandas do mercado.
(Assessoria de Imprensa)
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