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A Rede de Pesquisa Sobre Militarização da Educação no Brasil (RePME), que reúne docentes das diferentes redes e níveis da educação, pesquisadores(as) e ativistas que pesquisam os processos de militarização da educação no Brasil e o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), organização da sociedade civil de defesa e promoção de direitos humanos, estão organizando o e-book/livro “CONSERVADORISMOS E MILITARIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA”, sob a responsabilidade das professoras Miriam Fábia Alves, Catarina de Almeida Santos, Cleo Manhas e Thallita de Oliveira.
As organizadoras convidam estudiosos e estudiosos da temática, assim como ativistas e atores das instituições escolares, incluindo estudantes, a submeterem textos/relatos que tratem de reflexões sobre os conservadorismos e militarização da escola pública. Elas sugerem interrogações/questionamentos acerca das atuais modelagens e configurações dos conservadorismos e da militarização da educação brasileira, de modo a termos uma visão mais ampliada de como esse processo vem se concretizando no campo educativo, sobretudo nas instituições escolares.
Assim, indagam: Como os conservadorismos enredam os ataques à escola pública? Como a militarização tem acontecido no Brasil em seus diferentes territórios? Que características tem a militarização da educação? Que caminhos a escola brasileira trilhou para chegar a esse processo de militarização? Que experiências temos/contamos/narramos sobre as escolas militarizadas? Como esses processos têm se constituído para o desmonte da escola e educação pública e sua diversidade? Como os conservadorismos e a militarização têm impactado o processo escolar de estudantes e professores? Há grupos mais afetados por essas concepções e práticas? Estas são algumas questões, entre tantas, que elas propõe como fio condutor da escrita dos textos/capítulos e da organização editorial do livro.
O que se espera é a produção de um livro que contribua para, não somente compreender os conservadorismos na educação, mas que igualmente possa incentivar a formulação de mais e melhores perguntas sobre a militarização no Brasil. Desta forma, mais que conhecimento erudito e desencarnado, pretendem aproximar de uma perspectiva de produção de saberes históricos que sirva como chave de interpretação do presente e, quiçá, como incentivo para os movimentos de desmilitarização e de novas lutas contra os conservadorismos e em defesa de uma escola democrática porque pública, gratuita, laica e de todas as pessoas. Nessa direção, reiteram também o desejo de incorporar as experiências docentes e de estudantes no chão das escolas públicas.
PRAZOS:
Até 30 de outubro de 2025 – enviar para: seminarioeducacao@inesc.org.br.
Até 24 de novembro de 2025 – enviar para: seminarioeducacao@inesc.org.br
Os textos com relatos de experiência podem conter até 10 páginas.
Os textos recebidos passarão por avaliação dos critérios para publicação.
Critérios de avaliação para os artigos:
Critérios para avaliação dos relatos de experiência:
Fonte: Inesc
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