Pesquisa revela entraves de OSCs no atendimento em cartórios


Tudo que acontece em nossas vidas, desde o mais ínfimo fato até aquilo que é notado com louvor e nos impacta, está ligado à forma como vemos as coisas.
É uma lei, regida por nós mesmos, que existe para nos fazer entender que somos os criadores de nossas questões diárias: “A dor é passageira e lembre-se de que o piloto é você.”
Ladeiras podem ser árduas subidas ou confortáveis descidas, só devemos enxergar aquilo que nos é conveniente. Porém, de forma contrária a esse princípio, optamos por ver nossos problemas sob o véu da insatisfação e com as tais lentes de aumento daquilo que é poeira na prateleira de nossas vidas. O tal grão de pó se torna drama psicológico, sofrendo processos de mutação tão intensos até se transformar em dor física.
Em suma, o padecimento do espírito vem aos poucos, com o pesar dos acontecimentos. A intensidade de tudo à nossa volta é medida por nós mesmos, dosada exagerada e inutilmente quando a questão é tristeza.
Na alegria, ao contrário do que ocorre com as consternações, tentamos nos preencher de felicidades momentâneas que nunca têm espaço suficiente para residir em nós. Até então, o motivo para tal era desconhecido, mas a resposta é simples e fatídica: a alegria está lá, sendo reprimida pela dor e pelas mágoas alimentadas durante todo o tempo, beneficiadas com espaço em demasia.
Devemos deixar o peito aberto às boas vibrações, privando o sofrimento de ganhar tão facilmente o lugar que não deve ser reservado a esse tipo de sentimento. E nossa visão é fundamental: olhos sempre abertos para mirar generosas paisagens, receptivos aos bons gestos e cegos àquilo que não agrega aprendizado em nossa caminhada.
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