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Nesta quinta-feira (12/6), Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, organizações sociais reforçam a importância da proteção integral de crianças e adolescentes. Criada em 2002 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a data busca chamar atenção para a persistência dessa violação de direitos no Brasil e no mundo.
Segundo estimativas conjuntas da OIT e do UNICEF, 160 milhões de crianças estavam em situação de trabalho infantil no início de 2020. No Brasil, embora os números venham caindo, 1,6 milhão de crianças e adolescentes ainda estavam em situação de trabalho infantil em 2023, conforme dados da PNAD Contínua do IBGE.
Em meio a esse cenário, Organizações da Sociedade Civil (OSCs) atuam diretamente para prevenir e combater o trabalho infantil, promovendo educação, cultura e desenvolvimento comunitário em regiões de alta vulnerabilidade social. A seguir, destacamos algumas dessas inciativas:
O Instituto Alana é uma referência nacional na promoção e defesa dos direitos das crianças. Com sede em São Paulo, a organização desenvolve ações de advocacy, pesquisas e campanhas públicas sobre infância, educação, consumo e proteção infantil. Por meio de iniciativas como o projeto “Criança e Consumo” e a atuação no Marco Legal da Primeira Infância, o Alana contribui para políticas públicas que combatem o trabalho infantil.
Acesse Instituto Alana para saber mais.
Atuando na articulação entre escola, território e comunidade, a Associação Cidade Escola Aprendiz promove o direito à educação integral e à convivência segura para crianças e adolescentes. A organização trabalha diretamente em territórios de alta vulnerabilidade, criando ambientes de aprendizagem e acolhimento que ajudam a afastar crianças do risco do trabalho infantil e outras violações.
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Fundado em 1968 no Campo Limpo, zona Sul de São Paulo, o Projeto Arrastão oferece programas de educação complementar, cultura, esporte e formação cidadã para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Divididos por faixas etárias, os projetos incluem educação infantil, reforço escolar, atividades artísticas e programas de capacitação para jovens, sempre com foco no protagonismo e nos direitos da infância.
Acesse Projeto Arrastão para saber mais.
Localizada no Jardim São Luís, também na zona Sul, a Fundação Julita atua desde 1951 e oferece uma ampla gama de atividades educativas, culturais e esportivas para crianças, adolescentes e suas famílias. A instituição tem como missão promover o desenvolvimento humano e comunitário, contribuindo para a superação da pobreza e da exclusão social.
Acesse Fundação Julita para saber mais.
Desde 2001 no bairro do Grajaú, Extremo Sul da capital, o Centro de Convivência Santa Doroteia oferece atividades socioeducativas para crianças e adolescentes de 10 a 17 anos. Artes, esportes, reforço escolar e inclusão digital fazem parte das estratégias da instituição para prevenir situações de vulnerabilidade, como o trabalho infantil.
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Com uma abordagem educativa voltada à puberdade e adolescência, o Espaço Puberê oferece conteúdo digital sobre saúde, cidadania e sexualidade para adolescentes e adultos responsáveis. A plataforma busca fortalecer o acesso à informação e ao desenvolvimento saudável de adolescentes, combatendo desigualdades que favorecem a violação de direitos, como o trabalho precoce.
Acesse Puberê para saber mais.
(Redação ONG News)
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