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O Instituto Deixe Vivo, uma organização que há dois anos atua como Organização da Sociedade Civil (OSC), lançou o podcast “Deixe Vivo Talks – conversas inspiradoras”. A produção foi feita com o intuito de incentivar a doação de órgãos a partir de histórias de pessoas transplantadas e entrevistas com médicos especialistas. Ao longo de três meses, os dez episódios já gravados serão lançados todas às quintas-feiras, no YouTube e no Spotify.
Até maio de 2024, o Brasil possui mais de 71 mil pessoas na lista de transplante de órgãos, sendo o rim o mais aguardado, com cerca de 39 mil pessoas na fila, seguido pela córnea, que conta com mais de 28 mil solicitações. Em seguida, está o fígado com mais de 2.300 pessoas aguardando o transplante, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
Dentre os órgãos que podem ser doados, estão coração, pulmão, pâncreas, intestino, rim, fígado e até tecidos (córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical). Quem doa órgãos pode beneficiar e salvar, pelo menos, dez vidas.
Episódios trazem histórias de vida
O planejamento e as gravações duraram cerca de seis meses, e o primeiro episódio contou com a participação de duas transplantadas renais. Olga Schekiera, diretora financeira do Deixe Vivo e transplantada renal, foi transplantada há quatro anos, sendo que o primeiro transplante ocorreu em 1989 e Mayara Fernandes, que realizou um transplante de rim e atua no Instituto como gestora de comunicação e conteúdo. No episódio, elas contaram como descobriram a doença renal crônica e todo o caminho até o transplante, além de destacarem sua relação com o Deixe Vivo.
“A parte mais bacana de todo esse processo de planejamento e gravação, foi ver a satisfação de cada uma das pessoas convidadas do podcast em estar participando de um projeto como esse. Não é todo mundo que conhece uma pessoa transplantada, então é totalmente possível um paciente ‘sentir-se sozinho no mundo’. Esses encontros possibilitaram conexões, voz e, sem dúvida alguma, representatividade, pois embora não pareça, somos muitos os transplantados existentes e é importante lembrar que existem muitos outros aguardando em lista de espera para também se tornarem”, ressalta Mayara.
O episódio seguinte, que será lançado em 13 de junho, terá a presença da médica nefrologista, Dra. Tamires Piraciaba, que respondeu perguntas sobre doenças renais e falou um pouco do Citomegalovírus. Além dela, participaram ainda pacientes transplantados de coração, pulmão e fígado. Ao todo, 20 pessoas contaram suas histórias e puderam contribuir com a cultura de doação de órgãos.
“Decidi compartilhar minha história como paciente renal em hemodiálise e na espera por um transplante, em 2017. Hoje, sete anos depois, é incrível ver o #deixevivo como uma OSC contando histórias além da minha através desse podcast. Mais um canal de conteúdo que podemos dar voz para pacientes transplantados e para a importância da doação de órgãos”, afirma Giovanna Fiori, presidente do Deixe Vivo.
Sobre o Deixe Vivo
Criado em 2017 como uma hashtag no Instagram, o Instituto Deixe Vivo tem a missão de despertar a cultura da doação de órgãos e tecidos na sociedade por meio de informação, inspiração e acolhimento. Além disso, o Instituto busca informar toda a sociedade sobre a doação de órgãos e tecidos e outros temas relacionados. Atualmente, mais de 10 mil pessoas já foram impactadas pelos conteúdos, ações, eventos e campanhas promovidas pelo Instituto Deixe Vivo. Para mais informações, acesse https://www.deixevivo.org.br/.
(Assessoria de Imprensa)
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